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| Algures no Tumblr |
(…)Enquanto se massajava, era-lhe impossível ignorar a suavidade da sua pele e o convite atrevido ao toque das suas curvas. Quando deu por si, já a sua respiração acelerada a tinha entregado à luxúria. Os braços cruzados envolviam-na quase completamente, as suas mãos afastaram-se das costas e caminharam em direcção aos ombros. Sentiu a insolência de uma envolver-lhe o pescoço, ao mesmo tempo que a outra deslizava até aos seios pequenos, perfeitamente erectos e ansiosos – não, não lhes tocaria já, fá-lo-ia calmamente – estava tão excitada que começou a mover-se em ondas largas e ritmadas pelo que se fazia sentir entre as pernas, apertou-as muito uma contra a outra, espremendo os lábios e, consequentemente, o clítoris. Gemeu baixinho, deixando-se ondular cada vez mais rapidamente – longe das grades do controlo, entregou-se às vontades do corpo.
Lambia e mordia sofregamente os lábios, sugando os dedos como se fossem o seu próprio clítoris, imaginá-lo deixou-a ainda mais esfomeada e agitou-se tanto na cadeira que a costura das calças se interpôs entre os lábios. A sensação fez-lhe crescer água na boca. À medida que se mexia, a costura aproximava-se perigosamente do clítoris, pressionando-o agora, negligenciando-o depois. E ele latejava, implorava, palpitava, excitava-a. Não podia estar mais molhada, notou. As carícias transformaram-se em beliscões e unhas cravadas na pele, molhou os dedos e espremeu os mamilos. Ah, como os queria lamber! Excitada como estava, tinha vontade de abocanhar as próprias mamas, tinha vontade de as chupar até não sentir os lábios. Queria, ao mesmo tempo, que lhe comessem a cona com uma boca tão molhada e ansiosa como a sua. Quanto mais húmida se sentia, mais vontade tinha de se provar e sorver cada gota que lhe escorria dos lábios agora tão inchados e sensíveis.
Não podia aguentar mais. Desabotoou as calças, tocou nas cuecas ensopadas e provou-se. Hm, gemeu, enquanto lambia avidamente os dedos e sentia a entrada da vagina a suplicar.
Inesperadamente, a competir com a sua respiração irremediavelmente suplicante, ouviram-se três batidas confiantes na porta do seu apartamento. Sobressaltada, parou por uns instantes, desejando ter ouvido mal. Merda. As batidas outra vez. Já vou, já vou, enquanto subia as calças, já vou, já vou, merda, já vou, arrastou-se relutantemente até à porta.
Para sua surpresa, no entanto, quando abriu a porta e viu quem era o seu visitante, sentiu o rosto rasgar-se num sorriso travesso. (…)
To be continued… (penso eu)