21/01/11

Special cunnilingus techniques and secrets

Tropecei nisto por acidente enquanto pesquisava umas imagens no google. Não é o melhor guia de de sempre (nem um e-book de espantar), mas é sempre interessante ver estes "manuais" caseiros.

pdf aqui e link original aqui

Morning Glory


Andei a descobrir Vittorio Giardino e achei por bem deixar aqui isto para os amantes de banda desenhada erótica.

19/01/11

Variedade anatómica

Art News Blog

Estava com os meus 14 anos, quando a minha melhor amiga da altura me confidenciou algo que a estava a preocupar muito, lembro-me que introduziu o assunto dizendo que não deveria ser normal e que provavelmente iria precisar de cirurgia. Fiquei assustada, claro, e pedi-lhe que fosse directa ao assunto. Depois de muita insistência minha, lá me disse que estava preocupada porque os lábios vaginais dela não eram como os das raparigas que via em pornografia. "Diferentes como?", "Diferentes, pronto, maiores..." tive que me conter para não me rir, mas suspirei de alívio e tentei sossega-la com um "Mas isso não tem mal nenhum, tola. Cada uma com a sua, ora!". Algum tempo depois, a minha amiga falou também com  uma ginecologista que quase a comeu viva, dizendo que ela não precisava nada de cirurgia e que a cirurgia só iria estragar o que já estava perfeito. Anos mais tarde, esta insegurança da minha amiga revelou-se problemática na sua vida sexual, recusava-se a que o namorado lhe fizesse sexo oral, porque achava que ele a ia achar feia. 

E cheguei finalmente ao assunto que pretendia: tal como ela, já me apareceu muita mulher crescida à frente com o mesmo receio e eu, demasiado crente na maturidade dos homens, costumava dizer-lhes que provavelmente eles não se importavam muito com a anatomia do pipi, desde que estivesse aprumadinho.

Meus caros mineteiros e minetadas, como eu estava enganada. E não é que depois de abordar uns quantos amigos e companheiros de brincadeira, chego à conclusão que a maioria dos homens acha mesmo que as vulvas são todas como as das porn stars? Um fendazita e já está? E que anything other than that já são monstrinhos vaginais? Tenho que reconhecer que lábios vaginais que cheguem aos joelhos não são lá muito atraentes, mas excluindo os extremos, vejo-me obrigada a perguntar: What the fuck? Mas os pénis são todos iguais? E os rabos? E as pernas? E o raio que vos parta?

Sou e serei sempre defensora da variedade e fico mesmo contente que nem os pipis nem as pilas sejam todos iguais. Então, não é muito mais divertido experimentarmos coisas novas? Eu cá acho que é. 

E digo-vos mais, como Mineteira praticante, tenho preferência por lábios que se vejam. 
Passo-vos agora a palavra, incomoda-vos assim tanto a variedade?

18/01/11

O (in)oportuno

Algures no Tumblr
     (…)Enquanto se massajava, era-lhe impossível ignorar a suavidade da sua pele e o convite atrevido ao toque das suas curvas. Quando deu por si, já a sua respiração acelerada a tinha entregado à luxúria. Os braços cruzados envolviam-na quase completamente, as suas mãos afastaram-se das costas e caminharam em direcção aos ombros. Sentiu a insolência de uma envolver-lhe o pescoço, ao mesmo tempo que a outra deslizava até aos seios pequenos, perfeitamente erectos e ansiosos – não, não lhes tocaria já, fá-lo-ia calmamente – estava tão excitada que começou a mover-se em ondas largas e ritmadas pelo que se fazia sentir entre as pernas, apertou-as muito uma contra a outra, espremendo os lábios e, consequentemente, o clítoris. Gemeu baixinho, deixando-se ondular cada vez mais rapidamente – longe das grades do controlo, entregou-se às vontades do corpo.
Lambia e mordia sofregamente os lábios, sugando os dedos como se fossem o seu próprio clítoris, imaginá-lo deixou-a ainda mais esfomeada e agitou-se tanto na cadeira que a costura das calças se interpôs entre os lábios. A sensação fez-lhe crescer água na boca. À medida que se mexia, a costura aproximava-se perigosamente do clítoris, pressionando-o agora, negligenciando-o depois. E ele latejava, implorava, palpitava, excitava-a. Não podia estar mais molhada, notou. As carícias transformaram-se em beliscões e unhas cravadas na pele, molhou os dedos e espremeu os mamilos. Ah, como os queria lamber! Excitada como estava, tinha vontade de abocanhar as próprias mamas, tinha vontade de as chupar até não sentir os lábios. Queria, ao mesmo tempo, que lhe comessem a cona com uma boca tão molhada e ansiosa como a sua. Quanto mais húmida se sentia, mais vontade tinha de se provar e sorver cada gota que lhe escorria dos lábios agora tão inchados e sensíveis.
Não podia aguentar mais. Desabotoou as calças, tocou nas cuecas ensopadas e provou-se. Hm, gemeu, enquanto lambia avidamente os dedos e sentia a entrada da vagina a suplicar.
Inesperadamente, a competir com a sua respiração irremediavelmente suplicante, ouviram-se três batidas confiantes na porta do seu apartamento. Sobressaltada, parou por uns instantes, desejando ter ouvido mal. Merda. As batidas outra vez. Já vou, já vou, enquanto subia as calças, já vou, já vou, merda, já vou, arrastou-se relutantemente até à porta.
Para sua surpresa, no entanto, quando abriu a porta e viu quem era o seu visitante, sentiu o rosto rasgar-se num sorriso travesso. (…)

To be continued… (penso eu)

17/01/11

por uma mulher

MODO DE AMAR I

Lambe-me os seios
desmancha-me a loucura

usa-me as coxas
afaga-me o umbigo

abre-me as pernas
põe-nas nos teus ombros

e lentamente faz o que te digo

Maria Teresa Horta


*apesar de poder ter outra interpretação,
gosto de pensar que este poema se refere ao acto do minete

Se eu fosse mulher podia escrever algo deste género mas melhor, o problema é que não pertenço a esse género

lambe-me a cona.
faz da língua tapete do nirvana
lambe-me a cona como um cão de sede imortal
e fá-lo com o falo em fraga gula.
traça-me as rotas e abocanha-me o sexo;
deixa gritar a chuva de pequenos quase imperceptíveis
que nos forra aos dois.

16/01/11

Has anyone tried this?

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Hedralingus - that is often erroneously referred as analingus - is a form of oral sex involving contact between the anus or perineum of one person and the mouth or tongue of another. In English slang the act is described as «rimming»; while in the Portuguese language assumes the more poetic designations of «Botão de Rosa» (rose button) in Portugal, and «Beijo Negro» (Black Kiss) in Brasil.