29/09/10

a missão

nós queremos menos disto



e mais disto

minetes paralelos

há por activistas espalhados. vamos resgatá-los!

Quando o problema são elas

E quando são elas que não querem? Sim! Também acontece elas não se sentirem bem com essa invasão. Certo dia, cheio de confiança e elixir de menta, convidei-a a minha casa, ao meu quarto, à minha cama! Já cheios de calor, desci dois andares no corpo dela quando senti o elevador a parar de repente. Pegou na minha cabeça e afastou-a da porta.

Sinais estranhos e confusos, os que recebi. Ainda tentei de novo, sem sucesso e com a mesma resposta.

Não nos baralhem, por favor!

Espelho meu (Gil Vicente)

28/09/10

onomatopeias

ela - hmmmmm.... glurp glurp...
ele - ...schhhhléeeepp
ela - mmmmhuuuhmmm... schluuurp
ele - schhléeep schhléeep schhléeep
ela - não pares, mais depressa, mais depressa!...
ele - schlep schlep schlep schlep...
ela (hirta, vermelha e a transpirar) - tssssssssssssssssschhhhhhh...
ele - mmmmmmm... aaaaaaaaahh eeeooohhhhh
ela (transpirada, ofegante e com espasmos) -  eheeheeeheheehehee
ele - hmmmmm

ela - estás todo molhado. lambuzei-te todo.
ele - tu sabes bem que eu gosto de beber-te...

não pares

ela entrou no quarto quando ele se masturbava na cama, sentado em frente ao computador portátil a ver pornografia. fechou a porta atrás de si e disse deita-te. despiu o casaco e as cuecas por baixo da saia e sentou-se na boca dele, olhando-o nos olhos.
os lábios beijaram-se... depois entrou a língua... e ela não conseguia conter o prazer que explodia dentro dela. ela dançou com a cabeça dele entre as pernas, enquanto ele tentava adormecer a sua excitação com as duas mãos.
foi penetrando-a com a língua, às vezes só lambia sem entrar e ela ia dizendo não pares. não pares, não pares... repetiu ela e ele continuou com mais força, mais vigor, mais energia.
passados uns momentos, ela tapou-lhe a boca com o sexo, como se quisesse asfixiá-lo, e soltou as palavras estou-me a vir! enquanto deixava descobrir um mamilo que saía de dentro do top. depois, deixou o seu corpo cair para trás e deitou a cabeça ao lado da tesão dele, enquanto ele lhe agarrava a mama descoberta. dali pode ver os jactos de vida branca e viscosa subir aos céus, tal como o fogo de artifício em dia de festa.

Vaginal juices


Vamos recordar a importância dos preliminares e do minete

27/09/10

The Vice Guide of Eating Pussy

O sexo é sujo e desengonçado, não há metodologia. É essa faceta carnal, quase pré-histórica que nos faz gostar tanto dele. É nessa "onda" que comecei a "olhar" o minete de frente. Por isso e por ter lido este fantástico guia para um minete bem feito:

The Vice Guide to Eating Pussy

Leiam, contribuiu muito para o meu desenvolvimento na área e confesso que, como disse o meu caro colega aqui, o concerto passou a ser outro.

Bis


Ela apertava-lhe o crânio entre as pernas, como um torniquete. A cadência acelerada da língua fazia com que o seu corpo saltasse uma oitava, agarrarando-se aos lençóis até ao sangue da unha por medo de flutuar até à estratosfera.
A desarmonia era admirável: uma orquestra de gemidos entre uma respiração atrapalhada e os espasmos no abdómen. Ainda assim, ela sabia que o concerto o agradava. Deixou a cacofonia de sentidos correr de si - a tempestade que antecede o silêncio.

E após o silêncio, quem sabe, um bis.