21/09/10

A mais bela declaração de amor





Parece que o pessoal tem de ser obrigado a dar atenção ao movimento


Alguém tem armas de fogo?


P.S. - Este blog ainda mal abriu e eu já recorro a imagens à Milo Manara. 'Dass.

O estigma do minete

Nunca gostei de minetes. Sim, digo-o com o à-vontade a que me exijo. No início pensei que fosse um daqueles caprichos do amor verdadeiro e da mulher especial. Sempre fiz minetes e sempre pesquisei sobre o tema, mas nunca me senti realmente confortável a fazê-lo.

O minete dá muito jeito para controlar timmings, atrasar a corrida, adiantar o adversário, mas sempre achei que a falta de higiene adjacente não compensasse o acto. Hoje em dia confesso não me fazer tanta confusão, o objectivo é dar e receber, certo?

Claro que não faz parte do meu "alinhamento" fazer um minete, mas às vezes já faço uma surpresa aos fãs!

Como eu devem pensar milhares de homens. O meu objectivo neste espaço é contar as minhas experiências e ajudar-vos (aos que padecem do mesmo) a ultrapassar o estigma do minete. Eu consegui, vocês também vão conseguir.

20/09/10

ele acordou com uma forte tesão

ele acordou com uma forte tesão a querer soltar-se do seu corpo, enquanto os lençóis quentes ainda cobriam a sua nudez. agarrou a sua pila dura e confirmou aquilo que já tinha sentido durante toda a noite...
ela estava sentada na cadeira da secretária quando ele abriu os olhos, sem roupas e de pernas cruzadas. contemplava-o enquanto dormia. ele sentou-se na cama de baixa estatura, ficando com a sua cabeça à altura do umbigo dela. começou por beijar-lhe os pés com a delicadeza que se impunha ao tocar território do corpo tão poucas vezes alcançado. depois, afastou-lhe os joelhos e trincou as suas coxas. foi trincando e beijando e, por vezes, roçando apenas os lábios até chegar às virilhas. lá, tocou-lhe a pele com a ponta da língua e ficou, por instantes, a respirar fortemente onde as duas pernas se uniam. aproximou os lábios do seu sexo e lambeu-o de baixo para cima com a força necessária para ela largar um gemido, ao mesmo tempo que apertava com carinho os seios despidos. lambeu-o uma e duas e tantas vezes, pressionando-lhe o clítoris e fazendo-a agarrar no seu cabelo enquanto vociferava o prazer que sentia. depois, enfiou a língua na cona húmida enquanto lhe apertava as nádegas com as mãos e ela lhe enrolava as pernas à volta do pescoço... a língua e os lábios dele continuaram a amar a zona mais íntima do seu corpo até ao gemido final, quando ela se veio no colo da sua boca e lhe sussurou ao ouvido meu amor enquanto sorria.